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Mostrando postagens de Janeiro, 2016

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Manaus: botos e índios

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Botos Ainda no Rio Negro viajamos mais de uma hora de barco para chegar ao local onde poderíamos nadar com os botos. O boto, assim como o pirarucu ficou ameaçado de extinção por conta de superstições e matança para utilizar a carne como isca. Matavam botos apenas para retirar os órgãos sexuais colocar em álcool e passar no corpo como se fosse um perfume. A mulher passa em suas partes íntimas para "amarrar o homem" e o homem passa o perfume para atrair o sexo oposto. Esses perfumes, infelizmente, ainda são vendidos em feiras de Manaus, apesar da fiscalização. Outra superstição também responsável pelo abate de botos é que seus olhos são amuletos que atraem o sexo oposto. Para completar, o boto rosa é morto para ser usado como isca para pesca da  piracatinga, peixe carniceiro exportado para a Colômbia, também conhecido como douradinha . Até 2015 se sabia que pelo menos 4000 botos eram mortos por ano para pescar a  piracatinga.  Para minimizar a situação, o

Manaus : pirarucu e restaurante flutuante

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O pirarucu esteve na lista de extinção durante muito tempo. Houve várias iniciativas para a preservação da espécie tanto de organizações não governamentais como do próprio governo. Mas no final das contas o que fez realmente a diferença foi a descoberta de que o peixe se adaptava em cativeiro. Com isso veio a criação com época certa para o abate. Na Amazônia há vários empreendimentos neste sentido: grandes e pequenos. E virou atração turística. O peixe com características jurássicas, que chega a atingir 200 quilos e pode medir até 3 metros vive em lagos ou em águas mais claras sem correnteza. Outro detalhe: o pirarucu respira dentro da água ou fora tendo brânquias para a respiração aquática e uma bexiga natatória que seria praticamente um pulmão para a respiração aérea. O pirarucu No nosso passeio fizemos a pesca simulada. O turista, pagando 5 reais, tem o direito a duas iscas. O peixe é amarrado em uma corda ligada a um pedaço de pau. Quando se aproxima a isca da água logo se

Manaus: o jacaré, a preguiça e a zarabatana

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Continuando nosso passeio pelo Rio Negro, chegamos a um ancoradouro onde vamos entrar em contato com alguns animais. Logo somos advertidos sobre as piranhas. É proibido nadar. Na Amazônia, depois de tantas advertências de guias vamos aprendendo algumas coisas. Não se pode, por exemplo, entrar em todo trecho de rio. Piranhas, jacarés e até mesmo buracos, principalmente nas margens, podem ser perigosos. Em outra postagem vou falar sobre os buracos e o perigo para banhistas nos rios do Amazonas. Tive a oportunidade de pegar um jacaré-tinga no braço como um bebê. Sensação estranha. Uma preguiça chegou a dormir no colo da minha filha Maria Clara. E para completar eu testei uma mini zarabatana. As grandes são usadas pelos índios para caçar animais de pequeno e médio portes. Quando olhamos para os rios amazônicos pensamos na grandeza. Difícil imaginar que na época em que viajei, final de dezembro, é o mês da seca. Os igarapés, que são os afluentes dos grandes rios, estã

A facilidade do Google Fotos

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Tenho indicado para amigos o aplicativo Google Fotos. Se você fizer a configuração indicada pelo Google o aplicativo carrega todas suas fotos e vídeos de celulares e computadores. Em viagens o aplicativo tem sido uma mão na roda. Geralmente, quando chego ao hotel, conecto o celular na rede wi fi do mesmo e as fotos e vídeos começam imediatamente o carregamento para o drive virtual. Se estiver interessado, pode acessar: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.google.android.apps.photos&hl=pt_BR https://itunes.apple.com/br/app/google-fotos/id962194608?mt=8 Quando o aplicativo salva suas fotos e vídeos ele também através da aba assistente fica oferecendo algumas montagens dos seus arquivos. Vejam neste vídeo do You Tube o filme das imagens que tenho de Roma, Itália, no meu computador, tudo feito automaticamente pelo Google Fotos.

Manaus: encontro das águas

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Notei que muitas das pessoas com as quais falei que iria visitar Manaus, no Amazonas, sentiram um certo desconforto. "Mas Manaus", me disse um. "Vai pro meio do mato", alertou outro. Sinceramente fiquei até com receio. Essa imagem provavelmente é passada por falta de conhecimento do que representa a cidade em termos de população e na economia do país. Manaus não é selva, mas para o turista é importante saber que ou de barco, ou de carro, tomando o rumo certo, em poucos quilômetros já estará na floresta. Outra coisa me impressionou bastante: o preço. Cheguei a ler alguns comentários no facebook sobre a viagem, até porque costumo fazer viagens internacionais nas minhas férias. Algumas pessoas afirmavam que com a crise eu teria escolhido ficar no Brasil. Por incrível que possa parecer, apesar do dólar alto, sair do Recife para Manaus de avião ficou mais caro que uma viagem para Miami. Achei os hotéis muito caros também. E os passeios? Eu não contratei esses passeio

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