Genro comenta sobre polêmica com sogro que viralizou nas redes sociais

 

Júnior Virgilio, de 23 anos, ex-genro de Edielson Oliveira, quebrou o silêncio em entrevista ao Jornal da Morada após vídeos íntimos dos dois no motel se tornarem virais nas redes sociais. Virgilio, pela primeira vez, compartilhou sua versão sobre o escândalo, mencionando ameaças que o atordoavam: "Minha cabeça ficava atordoada porque ele me ameaçava". O fato viralizou nas redes sociais na última semana.

Na manhã desta segunda-feira (27), o jovem expressou sua angústia diante da intensa exposição do caso: "Meu ex-sogro dizia que iria me matar, ou se não conseguisse, iria mandar alguém e tirar meu filho de mim. Tive que entrar no jogo dele para criar provas contra ele, e foi onde consegui isso", relatou.

Veja abaixo o depoimento do genro:


RELEMBRE O CASO

Um incidente familiar na cidade de Araraquara, interior de São Paulo, envolvendo um homem de 45 anos identificado como Edielson Oliveira ganhou destaque nos últimos dias. No último domingo (19/11), Oliveira incendiou um veículo, alegadamente um presente destinado ao seu genro, conhecido como "Juninho Virgílio", de 22 anos.

O caso tomou proporções públicas após Camila Oliveira, filha de Edielson e esposa de Juninho, revelar em suas redes sociais detalhes inesperados sobre a relação entre seu pai e seu esposo. Camila descobriu a situação ao acessar o celular de Edielson, deparando-se com conversas comprometedoras e vídeos de teor íntimo protagonizados por seu pai e Juninho em um motel.

Após a repercussão das revelações, Edielson dirigiu-se à residência da filha, onde ateou fogo no automóvel de Juninho. Vídeos amplamente compartilhados nas redes sociais mostram Edielson confrontando seu genro nas ruas, arremessando garrafas e expondo a situação para os espectadores locais. Em resposta, moradores indignados com a situação imobilizaram e agrediram Edielson.

Veja no vídeo abaixo imagens do carro incendiado e do sogro sendo espancado por vizinhos:

Posteriormente, Edielson Oliveira formalizou um boletim de ocorrência na Delegacia Seccional de Araraquara, relatando os eventos ocorridos. Entretanto, o documento não esclarece o momento em que o veículo incendiado, um Chevrolet Vectra, teria sido cedido como presente a Juninho e Camila, constando, no registro, como propriedade de terceiros.

Em seu depoimento, Edielson admitiu o arremesso de garrafas em direção a Juninho e ao irmão deste, cuja identidade não foi revelada. Uma testemunha declarou ter sido atingida por estilhaços, resultando em ferimentos na perna.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) registrou o caso como dano e lesão corporal, solicitando perícia no local e notificando os envolvidos para comparecerem à unidade policial.

Edielson Oliveira, após o tumulto e agressões sofridas, recebeu atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Vale Verde, onde permaneceu internado para cuidados médicos.

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