PM que matou a companheira em Carpina está preso

A Polícia Civil de Pernambuco realizou a prisão do policial militar Jáleson de Santana Freitas, de 37 anos, na tarde desta quarta-feira (2), por suspeita de espancar e matar a tiros sua companheira, Simeia da Silva Nunes, em Carpina, na Zona da Mata de Pernambuco. O crime, que ocorreu no sábado (29), foi registrado por câmeras de segurança, e as imagens chocantes mostram a violência do ataque não apenas contra a vítima, mas também contra um mototaxista que tentou ajudá-la.

Após ser acusado de agredir a companheira dentro de um bar, Jáleson efetuou disparos contra Simeia e o mototaxista em plena rua. Em resposta à gravidade do caso, a Polícia Civil abriu um inquérito na 11ª Delegacia Seccional de Carpina, tratando-o como feminicídio consumado e tentativa de homicídio.

Delegado Thiago Freire do Plantão de Nazaré da Mata deu entrevista ao Giro da Mata Norte. Veja:



Vale destacar que Jáleson de Santana Freitas já possuía antecedentes criminais, tendo sido condenado a quatro anos de prisão em 2022 por outro assassinato durante uma abordagem policial nas festas juninas de Santa Maria do Cambucá, no Agreste do estado.

Simeia da Silva Nunes, a vítima do feminicídio, tinha 33 anos e trabalhava como promotora de vendas. As câmeras de segurança do bar onde ocorreu a agressão capturaram a cena de violência, mostrando Jáleson agredindo brutalmente sua companheira, que tentou fugir após o ataque. Ela pediu um mototáxi, mas infelizmente, ao embarcar no veículo, foi surpreendida pelos disparos feitos por seu próprio companheiro. O mototaxista, de 38 anos, também foi atingido pelos tiros e precisou ser hospitalizado.

Simeia foi encaminhada à Unidade Mista Francisco de Assis Chateaubriand, mas chegou ao hospital sem vida, vítima das agressões e dos disparos. Enquanto isso, o mototaxista foi transferido para o Hospital Otávio de Freitas, no Recife, onde passará por uma cirurgia ortopédica, embora seu estado clínico seja considerado estável.


INSCREVA-SE

 

O policial militar Jáleson de Santana Freitas, de 37 anos, encontra-se foragido após matar a companheira em Carpina, no último sábado, dia 29. Além do presente crime, o PM foi condenado a quatro anos de prisão em 2022, por outro homicídio. A sentença foi proferida pela juíza de direito da comarca do município de Santa Maria do Cambucá, Carla de Moraes Rego Mandetta. Jáleson foi considerado culpado pelo assassinato de um homem durante uma abordagem policial nas festas juninas em Santa Maria do Cambucá, no Agreste de Pernambuco. A vítima, José Ranilson de Lima, que sofria de transtornos mentais, morreu após sofrer um traumatismo craniano causado pelo policial.

O crime ocorreu em 19 de junho de 2011, durante as festas de São João no Pátio de Eventos de Santa Maria do Cambucá, onde Jáleson trabalhava com outros policiais na segurança do local. De acordo com os autos do processo, testemunhas de acusação afirmaram que o PM José Marcelo Aguiar de Araújo teria dado tapas e empurrado a vítima, sendo Jáleson o responsável por um empurrão que derrubou José Ranilson no chão. A vítima ficou inconsciente e foi levada pelos próprios policiais para uma policlínica, onde foi internada com traumatismo cranioencefálico e faleceu seis dias depois.

Apesar da condenação, Jáleson não cumpriu a pena, pois o processo foi julgado dez anos após o ocorrido, resultando na extinção da punibilidade. José Marcelo Aguiar de Araújo, outro policial militar envolvido na abordagem, foi absolvido pela juíza, que considerou que ele não teve participação no ato delituoso.

Além desse caso, Jáleson também é suspeito de espancar e matar a tiros a companheira, Simeia da Silva Nunes, de 33 anos, e está sendo investigado por feminicídio e tentativa de homicídio. A agressão contra Simeia ocorreu em um bar em Carpina e foi registrada pelas câmeras de segurança do local, onde ela foi agredida com tapas, puxões de cabelo e chutes no rosto. Posteriormente, enquanto Simeia tentava escapar em um mototáxi, um carro conduzido pelo próprio Jáleson passou ao lado do casal e efetuou disparos, atingindo fatalmente Simeia e ferindo o motociclista.

A Justiça emitiu um mandado de prisão temporária contra Jáleson, considerando "potencial prejuízo para a conclusão do procedimento inquisitorial" e "perigo para a sociedade". O documento determina que o policial militar seja recolhido ao Centro de Reeducação da Polícia Militar (Creed).


MORTE DE MULHER EM CARPINA

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) expediu um mandado de prisão contra o policial militar Jáleson de Santana Freitas, de 37 anos, suspeito de espancar e matar a tiros sua companheira, Simeia da Silva Nunes, de 33 anos, em um bar na cidade de Carpina, na Zona da Mata de Pernambuco. O crime ocorreu na noite de sábado, dia 29, e foi registrado em imagens de câmera de segurança.

De acordo com as informações, a discussão entre Jáleson e Simeia teve início por volta das 19h35, dentro do estabelecimento, onde ambos estavam. As imagens mostram o momento em que o policial empurra a mulher, fazendo-a cair e bater o rosto em um batente de cimento. Ao se levantar, Simeia tenta sair do local, mas é novamente agredida com um tapa na cabeça, puxão de cabelo e rasteira, sendo forçada a cair no chão.

As cenas de violência continuam, com o agressor dando pelo menos dois chutes no rosto da vítima e batendo sua cabeça no chão repetidamente. Após as agressões, Simeia busca ajuda e pede um mototáxi para transportá-la, enquanto o companheiro dela, em um carro, desce a rua pelo outro lado.

Ao passar pela dupla, o motorista do veículo efetua disparos, atingindo Simeia no peito e também ferindo o mototaxista de 38 anos no braço e na coxa esquerda. A vítima foi socorrida e levada à Unidade Mista Francisco de Assis Chateaubriand, em Carpina, mas infelizmente chegou ao hospital já sem vida. O motociclista recebeu os primeiros socorros no mesmo local e posteriormente foi transferido para o Hospital Otávio de Freitas, na capital Recife, onde seu estado de saúde é considerado estável. 

 Veja o que diz o delegado de Carpina



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