DENÚNCIA: Fechamento de leitos por falta de enfermeiros


O Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Pernambuco (SEEPE) utilizou as redes sociais para fazer uma denúncia em relação à UTI Neonatal do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (CISAM), destinada ao atendimento de gestações de alto risco. De acordo com a publicação, a unidade hospitalar tem enfrentado o fechamento de leitos devido à escassez de enfermeiros.

A denúncia aponta que, além da falta de profissionais, o Governo de Pernambuco não tem efetuado o pagamento dos salários dos enfermeiros. Além disso, o Sindicato denuncia o encerramento de contratos dos profissionais de saúde, sem que haja previsão de realização de concursos ou seleções para suprir a demanda.

A situação se agrava ainda mais com a existência de um concurso válido para o CISAM, o qual aprovou candidatos aptos a ocupar essas vagas, porém, o governo não convocou os aprovados até o momento.

O SEEPE pede atenção das autoridades competentes para resolver essa situação delicada. Veja abaixo a nota publicada pelo sindicato na íntegra:


"A crise no sistema de maternidades de Pernambuco só piora com a gestão da atual Governadora Raquel Lyra.
Dezessete leitos do alojamento conjunto e dois na UTI Neonatal fecharam no CISAM, a nossa maior referência no estado
para os cuidados de gestações de alto risco.

Além de não pagar o piso da enfermagem, Raquel desrespeita a população, encerrando contratos dos profissionais da saúde
do estado sem previsão de novo concurso ou seleção.

Vale destacar que hoje temos um concurso válido para o complexo UPE, e, apesar do pedido feito pela direção dos hospitais
e reitorias, Raquel segue sem chamar os aprovados.

Onde vamos chegar assim?!
A governadora Raquel não está pensando na população, não está priorizando a saúde
dos pernambucanos."


SINDICATO DENUNCIA GRANDE LUCRO DE HOSPITAL E DESRESPEITO A CONVENÇÃO COLETIVA

Em uma outra postagem nas redes sociais, o Sindicato faz uma denúncia contra a "Rede Dor", rede hospitalar que teria alcançado um faturamento de 1,4 bilhão de reais. Segundo a publicação, a empresa estaria descumprindo a Convenção Coletiva que havia sido acordada entre o patronato e o sindicato.

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