Ministério Público denuncia padre após dois inquéritos concluídos

 O Ministério Público de Pernambuco informou nesta quinta-feira à tarde que denunciou à Justiça o Padre Airton Freire e mais três funcionários dele após a conclusão dos dois primeiros inquéritos que apuraram denúncias de crimes sexuais. No entanto, sem entrar em detalhes, alegando que os processos estão sob segredo de justiça, o MPPE não divulgou informações específicas sobre as denúncias.

Os três inquéritos ainda em andamento podem resultar em novas denúncias contra os mesmos envolvidos ou outras pessoas que possam surgir. Com a denúncia do Ministério Público, os envolvidos passam à condição de réus em ações penais, cabendo à Justiça decidir se aceita ou não as denúncias.

O Padre Airton, que já está preso, e os dois funcionários, Landelino Rodrigues e Jailson Leonardo, também condenados à prisão, estão sujeitos a medidas cautelares que visam assegurar um ambiente adequado à elucidação dos fatos apurados e a proteção das vítimas e testemunhas, considerando a vulnerabilidade inerente a casos dessa natureza. Tais medidas têm o objetivo de resguardar a instrução criminal, garantindo a livre produção de provas.

O Ministério Público de Pernambuco reforçou que continuará conduzindo suas investigações de forma criteriosa, garantindo a continuidade das apurações e ações penais relacionadas ao caso. Porém, devido à sensibilidade das informações e para evitar prejuízos ao processo, detalhes adicionais não foram divulgados.

O trabalho da força-tarefa composta por promotores e delegadas segue para elucidar os graves fatos e garantir que a justiça seja feita diante das denúncias de crimes sexuais envolvendo o Padre Airton e funcionários da Fundação Terra.

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