Pedófilo é preso após colocar menina de 12 anos em mala

 

Investigadores da Polícia Civil têm indícios de que Daniel Moraes Bittar, de 42 anos, agiu de maneira premeditada ao sequestrar uma menina de 12 anos no Jardim Ingá, em Goiás. Além do sequestro, ele também teria planejado assassinar a vítima depois de mantê-la em cativeiro.

Durante a busca no apartamento do agressor, localizado na 411 Norte, as autoridades encontraram uma série de evidências perturbadoras. Entre elas estavam uma garrafa de clorofórmio, duas máquinas de choque, uma fita normalmente utilizada para imobilizar pessoas, medicamentos, objetos sexuais como vibradores, uma câmera fotográfica, cartões de memória, uma mala, DVDs e revistas com conteúdo pornográfico.

No veículo que Bittar utilizou para raptar a vítima, os policiais encontraram um galão de gasolina e binóculos. Suspeita-se que o combustível seria usado para incendiar o corpo da menina.

Rafael Abrão, chefe da 5ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) em Luziânia, afirma que o criminoso vinha monitorando a escola onde a criança estudava nos últimos dias. Acredita-se que ele estivesse em busca de possíveis alvos para sequestro, de acordo com o investigador.

O sequestro ocorreu na tarde de quarta-feira, dia 28 de junho, enquanto a criança se dirigia à escola. No momento do rapto, Daniel estava acompanhado de Gesiely de Sousa Vieira, de 23 anos. Ela relatou à polícia que teria sido coagida a participar do sequestro e foi deixada na cidade de Cidade Ocidental antes de seu parceiro retornar para Brasília com a criança.

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